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Urgente: Brasil bate recordes assustadores e Arena MRV toma atitude impactante contra a violência!

Na noite do último dia 6 de agosto, o Atlético deu mais um passo importante em relação à inclusão e à solidariedade, deixando a Arena MRV toda iluminada de roxo em alusão à Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que completa 20 anos.

A iniciativa ocorreu em parceria com o Instituto Galo e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

A lei se refere às mulheres vítimas de agressões praticadas, em sua maioria, por homens, sendo seus parceiros os casos mais comuns. O TJMG atribuiu o mês de agosto como “Agosto Lilás”, em alusão a esta legislação.

Trata-se de um mês de conscientização para recordar que o combate à violência contra as mulheres é dever de cada cidadão. Neste ponto, o Galo está atento às causas que geram impactos na sociedade, apoiando a iniciativa e iluminando seu estádio com a cor lilás.

Em números mais do que alarmantes, dados obtidos pelo Anuário de Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que o Brasil bateu recordes: foram registrados, apenas no primeiro semestre de 2026, inacreditáveis 741 casos. No ano passado, o Brasil também bateu um recorde, logicamente negativo, com 1.571 casos de feminicídio.

A Arena MRV conta com uma sala exclusiva de acolhimento à mulher. Desde maio de 2024, o local possui uma equipe especializada e treinada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (SEDESE-MG) para combater a violência, além do canal “Fale Agora”, criado para enfrentar as violências sexuais nos espaços de lazer e turismo da cidade.

O Atlético foi o primeiro clube de Minas Gerais a contar com uma equipe especializada e com efetivo feminino para acolher vítimas de assédio ou importunação sexual. Na sala, as vítimas são atendidas por uma policial feminina, que registra as ocorrências.

O TJMG reforça que reconhecer os sinais é o primeiro passo para a diminuição dos casos. A violência pode ser física, psicológica, moral ou patrimonial.

O telefone para falar com o TJMG e fazer denúncias é o 180.

Minha Opinião

É extremamente constrangedor precisar ter um canal desses — não pela sua importância para a sociedade, mas pelo motivo de existir. O que mais dá raiva é que vários homens não conseguem viver em sociedade e, mesmo praticando esta barbaridade (o feminicídio) e estando sob medida protetiva, ainda assim ficam atrás de suas parceiras, ameaçando até conseguirem o que querem.

É algo inimaginável ter que existir uma lei dessas para defender as mulheres de homens que não aceitam o fim do relacionamento, na maioria das vezes por traição dos próprios homens, que não aceitam um “não” de suas parceiras.

Deveria ser DEVER de todo cidadão respeitar as mulheres e viver bem em sociedade.

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