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De volta sem novidades: Atlético empata contra o Bahia no primeiro jogo após a pausa sem apresentar evolução

Em partida válida pela 19ª rodada do Brasileirão, o Atlético voltou a campo após mais de um mês parado devido à Copa do Mundo de 2026 contra o Bahia, em casa. Os times empataram em 1 a 1 com gols de Ruan Tressoldi, que abriu o placar ao final do primeiro tempo para os anfitriões, que viram Ademir empatar para o tricolor de aço, aplicando mais uma vez a “lei do ex” sobre o alvinegro.

O resultado, apesar de não ser uma derrota, preocupou a torcida atleticana, que viu erros recorrentes do primeiro semestre se repetirem mesmo após mais de um mês sem jogar e muitos dias treinando e trabalhando com tempo estendido de preparação.

Na primeira etapa, o time da casa conseguiu dispor de muita organização em campo e intensidade efetiva, dominando os visitantes e criando diversas oportunidades de converter. Mesmo assim, a defesa pareceu desatenta em diversos momentos, cometendo erros que quase resultaram em gols do adversário.

Já na volta para o segundo tempo, o Galo parece ter entrado ainda mais desligado e reativo, chamando o Bahia para cima e abdicando de jogar bola. Postura essa que não demorou a mudar o jogo: com menos de 15 minutos do segundo tempo, Ademir empatou para o tricolor baiano.

Para coroar a atuação covarde, o técnico Eduardo Domínguez ainda deu as caras após o apito final para proferir em sua entrevista coletiva um discurso conivente com a face da diretoria da SAF atleticana, “passando pano” para o momento do clube e até mesmo para a falta de reforços na atual janela de transferências, sendo que o próprio Barba havia cobrado, de certa forma, esses mesmos reforços que não vieram.

Para além da falta de reforços e da baixa qualidade técnica dos jogadores, nada justifica algumas opções do treinador, como a de recuar o time no segundo ponto e aceitar a pressão do Bahia, que dominou as ações na etapa decisiva. Estamos vendo a história se repetir, mais uma vez, e não parece haver algo que irá impedi-la de completar seu ciclo: um segundo semestre colecionando vexames, lutando contra o rebaixamento, que será concluído com mais um comandante sendo culpado e mandado embora, enquanto seguiremos com jogadores caríssimos e de baixíssimo rendimento (lê-se Dudu, Reinier e companhia).

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