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Botafogo estabelece prioridades no mercado e busca reforços para quatro posições

O Botafogo definiu quatro prioridades para a janela do meio do ano: goleiro, zagueiro, volante e atacante de lado. A diretoria busca reforços para suprir possíveis saídas, corrigir carências do elenco e equilibrar o time para a sequência da temporada, mesmo diante das restrições impostas pelos transfer bans da Fifa.
Imagem do Autor
Vítor Silva/Botafogo

O Botafogo já definiu as prioridades para a janela de transferências do meio do ano. A diretoria considera quatro posições como essenciais para reforçar o elenco: goleiro, zagueiro, volante e atacante de lado.

A busca por um goleiro ganhou força diante da crise vivida na posição. Atualmente, o elenco conta com Neto, Raul e Léo Linck, mas o entendimento interno é de que o clube precisa contratar um nome capaz de chegar para assumir a titularidade. A necessidade de reforçar o setor já era discutida desde o início da temporada.

Na defesa, a saída de Barboza também obrigará o Botafogo a ir ao mercado. O zagueiro era considerado uma peça importante no elenco, e a diretoria avalia que a perda reduziu as opções disponíveis no setor, que hoje conta com Ferraresi, Bastos, Ythallo, Anthony e Justino. A intenção é contratar um defensor que tenha rápida adaptação e dispute posição entre os titulares.

Outra prioridade é a contratação de um volante. O principal motivo é a provável saída de Danilo, que tem futuro indefinido e é visto como um dos principais ativos do elenco para negociação na próxima janela. Além dele, Newton também pode deixar o clube. Diante desse cenário, o Botafogo já trabalha no mapeamento de possíveis reposições para o meio-campo.

O quarto alvo da diretoria é um atacante de lado. O entendimento é de que o elenco precisa de mais velocidade, profundidade e capacidade de desequilíbrio pelos extremos. A ideia é encontrar um jogador com características semelhantes às de Artur, atualmente emprestado ao São Paulo. Na época da negociação, o salário do atacante era considerado elevado, e o clube optou por liberá-lo em meio ao cenário de crise financeira.

A janela do meio do ano é vista internamente como decisiva para corrigir desequilíbrios do elenco e preparar a equipe para a segunda metade da temporada. Apesar disso, o cenário ainda é de incerteza. O Botafogo convive atualmente com cinco transfer bans impostos pela Fifa e está impedido de inscrever novos atletas por tempo indeterminado. Por isso, a diretoria entende que qualquer movimentação no mercado precisará ser pontual e estratégica.

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