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Altitude como adversário: o retrospecto e o desafio histórico do Flamengo

O Flamengo estreia nesta quarta-feira (08) na Copa Libertadores fora de casa, contra a equipe do Cusco, às 21h30, em busca do pentacampeonato da competição. A partida será realizada no estádio Garcilaso de la Vega, localizado na cidade de Cuzco, no Peru, a cerca de 3.600 metros acima do nível do mar.

E, se o adversário não é tão conhecido pelo lado rubro-negro, outro fator chama a atenção dos flamenguistas antes da bola rolar: a altitude. O retrospecto do clube em jogos nessas condições não empolga. Nos últimos 10 anos disputando partidas de Libertadores em locais acima do nível do mar, foram 13 jogos, com seis derrotas, três empates e quatro vitórias, o que representa um aproveitamento de apenas 38%. Isso sem contar a derrota para o Independiente del Valle, pela ida da Recopa, em 2023.

Uma partida que merece destaque ocorreu em 2020, novamente contra o Del Valle, pela fase de grupos da Libertadores. Naquela ocasião, na estreia do técnico recém-chegado Domenec Torrent, o Flamengo foi derrotado por 5 a 0, em uma atuação que ficou marcada negativamente na competição. Em contrapartida, o único retrospecto positivo do rubro-negro na altitude é diante do Barcelona SC, rival da equipe equatoriana, com vitórias em 2020, pela fase de grupos, e em 2021, na semifinal.

Diante desse histórico, atuar na altitude segue sendo um desafio que vai além do adversário para o Flamengo, somado ao fato de que a equipe terá cinco desfalques importantes para o jogo de hoje — três deles titulares: Alex Sandro, Jorginho e Pulgar, além de Cebolinha e Saúl, todos em recuperação de lesão.

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