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Reservas não respondem, e Vasco desperdiça teste antes do clássico

Time alternativo mostra pouco repertório, empata sem gols com o Nova Iguaçu e reforça a volta dos titulares
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Foto: Vasco TV

Fernando Diniz usou o segundo jogo da temporada para observar quem poderia ganhar espaço no Vasco. No entanto, o teste não trouxe respostas positivas. Com os reservas em campo, o time empatou sem gols com o Nova Iguaçu, em São Januário, e deixou a sensação de oportunidade perdida às vésperas do clássico.

Desde o início, o Vasco encontrou dificuldades. Faltou entrosamento. Faltou intensidade. Além disso, sobrou previsibilidade. A equipe teve mais posse, mas circulou a bola sem agredir. No primeiro tempo, praticamente não finalizou. Assim, facilitou o trabalho de um adversário organizado e paciente.

Enquanto isso, o Nova Iguaçu explorou os espaços. Em contra-ataques, criou as melhores chances da etapa inicial. Léo Jardim apareceu como destaque. Fez defesas decisivas e evitou um resultado pior. Portanto, novamente, um titular salvou uma noite fraca dos reservas.

Na volta do intervalo, Diniz tentou mudar o cenário. As entradas de JP, Andrés Gómez e Maxime Dominguez deram mais mobilidade. O time ficou mais leve. Ainda assim, a produção seguiu limitada. Gómez arriscou de fora da área. Criou as principais chances. Porém, não conseguiu marcar.

Individualmente, alguns nomes decepcionaram. Matheus França viveu mais uma atuação ruim. Errou passes simples. Perdeu duelos. Saiu vaiado e precisou de defesa pública do treinador. Garré também pouco produziu. GB lutou isolado, sem receber bolas em condição favorável.

As estreias de Alan Saldivia e Johan Rojas passaram sem impacto. O primeiro mostrou falta de ritmo. O segundo teve poucos minutos e pouca influência. Assim, nenhum reforço mudou o panorama.

Com o teste mal aproveitado, o recado ficou claro. Para o clássico contra o Flamengo, Diniz deve retomar os titulares. O jogo expôs limites. E reforçou quem, hoje, sustenta o time.

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