Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

McLaren projeta largada caótica na temporada 26

Andrea Stella, chefe de equipe, reforçou a preocupação da equipe em relação a algumas mudanças, principalmente quanto à diferença de velocidade entre os carros na largada.
Imagem do Autor
Andrea Stella chefe da equpe da McLaren Foto: Reprodução/ Clive Rose/Getty Images Embed

Neste próximo fim de semana acontece o GP da China, entre os dias 13 e 15 de março, em Xangai, no Circuito Internacional de Xangai.

Porém, no primeiro fim de semana da temporada de Fórmula 1 de 2026, alguns pilotos e equipes reclamaram das mudanças no regulamento. Um dos pilotos a se manifestar foi o atual campeão Lando Norris, que afirmou que, durante a prova do GP (Grande Prêmio) da Austrália, percebeu um risco maior de acidentes no final de longas retas. Norris afirma que, no momento em que os pilotos começam a gerenciar mais a bateria e acabam variando as velocidades ao final da reta, essa estratégia pode causar um grave acidente.

O chefe da McLaren, Andrea Stella, também comentou as falas de seu piloto, Lando Norris, e manteve-se ao lado dele, reforçando o quanto esse novo regulamento pode ser perigoso para os pilotos. Stella reforçou que o assunto é muito técnico. O seu apelo é para que a FIA (Fédération Internationale de l’Automobile) faça algo a mais pela segurança dos pilotos.

Prós e contras do novo regulamento para McLaren

A primeira etapa da F1 da nova temporada ocorreu no fim de semana de 5 a 8 de março, no Circuito de Albert Park, na Austrália. Nela, vimos pela primeira vez os motores híbridos em ação e o uso mais consciente da bateria por parte das equipes e dos pilotos.

Além das reclamações sobre o perigo da variação de energia das baterias nas retas por parte dos pilotos, outra situação que deixou o chefe da McLaren, o italiano Andrea Stella, preocupado foi a largada. Com os carros apresentando uma diferença considerável de velocidade entre si no momento da saída, isso pode acabar causando algum acidente.

Stella deu como exemplo um desvio extraordinário por parte do piloto Franco Colapinto, que quase acertou em cheio a traseira de Liam Lawson.

O lado positivo citado pelo chefe da McLaren, Andrea Stella, foi a quantidade de ultrapassagens, já que a corrida proporcionou muita ação na pista, principalmente no início do GP da Austrália. Porém, ao mesmo tempo, isso levou a uma reflexão. O dirigente italiano da equipe inglesa afirmou que essas ultrapassagens tendem a acontecer apenas nas primeiras voltas, já que, depois disso, elas se tornam mais raras durante a corrida, especialmente quando os pilotos passam a seguir o mesmo cronograma de uso de energia.

As novas regras seguem sendo discutidas por todas as equipes, pilotos e fãs do esporte. Entretanto, mesmo com as críticas de que o que vimos durante o GP da Austrália não foram exatamente ultrapassagens, mas sim trocas de posições, há o argumento de que a corrida perde um fator de coragem e manuseio máximo por parte dos pilotos que até se põem em risco nas tentativas de ultrapassagem ao fim das retas, por conta do gerenciamento das baterias.

Por outro lado, existe o contraponto de que, mesmo com a Mercedes se destacando na primeira corrida, há uma disputa pela liderança entre Mercedes, Ferrari, McLaren e Red Bull Racing, tornando a luta pelo título ainda mais acirrada. No meio e na parte final do grid, também não se observa uma diferença tão grande de tempo entre os carros. Do 7º lugar, com o piloto Berman, ao 13º, com Liam Lawson, a diferença foi de aproximadamente uma volta de desvantagem.

Leia também: